"A vida é feita de escolhas". Acredito que essa seja uma das verdades mais presente no nosso dia a dia. E daí vem o "nós colhemos o que plantamos". Cedo ou tarde descobrimos se fizemos a escolha certa ou não. E sempre surge a dúvida "será que é tarde demais" para voltar atrás, recomeçar tudo...?
Mas na hora da escolha, como saber se tomamos a melhor decisão? Sinceramente é uma questão que penso todos os dias. Será que é porque tenho medo do desconhecido, daquilo que virá no futuro decorrente de certa escolha minha? Eu realmente prefiro a certeza no lugar da incerteza. Claro que descobrir algo novo chega a ser revigorante para nossa confiança, mas gosto de me sentir seguro dentro das situações.
Seria mais fácil se tivéssemos um manual de decisões no bolso. Porém, acho que não conseguiríamos aprender o suficiente para se tornar uma pessoa com capacidade de ajudar o próximo, entender que erro também é aprendizagem, que força de vontade vem de dentro, que dificuldades são constantes e que atitude mais esperança de certo modo é uma força motriz para o tempo.
Atitudes surgem de escolhas, logo, para não ficarmos parados é necessário arriscar. Sorte nossa que a vida nos dá chances que talvez nem merecíamos, então é importante aproveitarmos essas chances e seguir as dicas da nossa consciência.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Reflexões
Que tal viver mais a nossa própria vida, tomar conta de nossas atitudes, pensar mais sobre questões voltadas para o nosso aprendizado, aceitar melhor as consequências e tentar fazer a diferença no fututo, seja ela do tamanho que for?!
Parece simples né! Mas diante de tanta distração, prazer, lazer, preguiça, etc. é complexo equilibrar todas essas coisas. Complexo porque envolve força de vontade, sentimentos, interesse e sem uma visão imediata do resultado no final.
Mas na vida temos certas dicas ou avisos que vai nos encaminhando para o caminho certo, como por exemplo a nossa própria consciência. Não é atoa que ela pesa de vez em quando, é um sinal que algo não está certo ou que podia estar melhor. Outro exemplo é a chegada de certas pessoas ou animais na nossa vida. Sempre passam para ensinar e aprender algo de importante durante a nossa trajetória.
Um erro de muitos é a pressa, querer resultados rápidos, mas esquecem que assim como uma árvore de grande porte demora anos para mostrar com explendor seus resultados funcionais e até de beleza, nós também temos que passar por muitas etapas até chegar no melhor resultado possível e realmente significante se tratando de valores.
Parece egoísta falar para cada um pensar um pouquinho mais em si mesmo, mas falo isso para pensar olhando para dentro de si. Talvez assim alcancemos um ambiente menos poluído de vícios, mais harmonioso e mais evoluído.
Parece simples né! Mas diante de tanta distração, prazer, lazer, preguiça, etc. é complexo equilibrar todas essas coisas. Complexo porque envolve força de vontade, sentimentos, interesse e sem uma visão imediata do resultado no final.
Mas na vida temos certas dicas ou avisos que vai nos encaminhando para o caminho certo, como por exemplo a nossa própria consciência. Não é atoa que ela pesa de vez em quando, é um sinal que algo não está certo ou que podia estar melhor. Outro exemplo é a chegada de certas pessoas ou animais na nossa vida. Sempre passam para ensinar e aprender algo de importante durante a nossa trajetória.
Um erro de muitos é a pressa, querer resultados rápidos, mas esquecem que assim como uma árvore de grande porte demora anos para mostrar com explendor seus resultados funcionais e até de beleza, nós também temos que passar por muitas etapas até chegar no melhor resultado possível e realmente significante se tratando de valores.
Parece egoísta falar para cada um pensar um pouquinho mais em si mesmo, mas falo isso para pensar olhando para dentro de si. Talvez assim alcancemos um ambiente menos poluído de vícios, mais harmonioso e mais evoluído.
domingo, 18 de dezembro de 2011
A máscara sempre cai
Já repararam como é decepcionante quando alguém que acreditamos entra em contradição? Percebemos que em um dado período, curto ou longo, essa pessoa não foi sincera conosco. É como se tivéssemos feito papel de bobo, acreditando nas palavras de alguém que faltou com a verdade e manipulou certos momentos da nossa vida por egoísmo.
Mas mentir, ser falso com alguém é como construir aquelas torres de madeira em que vamos escolhendo as peças certas da base e tirando-as para colocá-las novamente no topo sem deixar a torre cair. O problema é que uma hora vai cair. Uma mentirinha aqui, outra ali, um fato oculto aqui, outro ali, um sorriso falso aqui, outro ali e assim vai destruindo uma sólida base de qualquer tipo de relação entre as pessoas. A falta de sinceridade vai aumentando cada vez mais para sustentar a mentira de origem e então chega uma hora que as coisas começam a não ter muito sentido. E é aí que aparece a contradição. É quando movemos a peça errada da base e a torre cai. Quando "se dá com a língua nos dentes". Então a pessoa enganada descobre toda a falsidade que passou, tentando achar um mínimo de verdade em toda aquela manipulação, achar um motivo sensato por ter passado por aquilo. As pessoas tem o direito de saber a verdade. Não importa se a mentira tem perna curta ou longa, o importante é que uma hora essa perna é quebrada.
Com tanta falsidade dá para entender porque é tão comum viver desconfiando das pessoas.
Não faça uma pessoa sofrer por desconfiança, conte logo a verdade.
Mas mentir, ser falso com alguém é como construir aquelas torres de madeira em que vamos escolhendo as peças certas da base e tirando-as para colocá-las novamente no topo sem deixar a torre cair. O problema é que uma hora vai cair. Uma mentirinha aqui, outra ali, um fato oculto aqui, outro ali, um sorriso falso aqui, outro ali e assim vai destruindo uma sólida base de qualquer tipo de relação entre as pessoas. A falta de sinceridade vai aumentando cada vez mais para sustentar a mentira de origem e então chega uma hora que as coisas começam a não ter muito sentido. E é aí que aparece a contradição. É quando movemos a peça errada da base e a torre cai. Quando "se dá com a língua nos dentes". Então a pessoa enganada descobre toda a falsidade que passou, tentando achar um mínimo de verdade em toda aquela manipulação, achar um motivo sensato por ter passado por aquilo. As pessoas tem o direito de saber a verdade. Não importa se a mentira tem perna curta ou longa, o importante é que uma hora essa perna é quebrada.
Com tanta falsidade dá para entender porque é tão comum viver desconfiando das pessoas.
Não faça uma pessoa sofrer por desconfiança, conte logo a verdade.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cabeça cheia
Há momentos que nossa cabeça parece não funcionar, uma confusão só, parece entrar em colapso, simplesmente não conseguimos pensar. O momento de uma perda por exemplo sentimos um vazio dentro do peito, um vazio parecido com um buraco negro que sempre que ativamos nosso pensamento dado a uma lembrança, puxa todos os nossos sentidos para dentro desse vazio. Quando a perda é involuntária como a morte de uma pessoa que amamos tentamos nos aliar ao tempo em busca de entendimento, paciência e conformação, mas nunca o esquecimento. Já quando a perda é voluntária ficamos com a dúvida, se foi realmente a decisão certa a ser tomada e aí começamos a não pensar normalmente, começam a surgir indagações complexas e sem respostas. Mas acredito que o problema de tanta confusão em nossa mente é porque sobrecarregamos sua função, deixamos a razão tratar de assuntos emocionais e assim consequentemente tomamos atitudes irracionais. Deveríamos acreditar mais nos sentimentos para o bem da nossa razão e para o bem de todo tipo de relação.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Paciência tem limite
A paciência todos têm e o limite ela é que tem. Quando uma pessoa é colocada à prova de sua paciência começa um estágio perigoso abrindo um leque de opções de caminhos a serem seguidos a partir daí. Perigoso porque mexe com o equilíbrio natural da pessoa. É como se você estivesse equilibrado em cima de uma corda bamba no alto entre dois prédios e alguém começasse a balançar a corda, você começa a ir para um lado e para o outro tentando se adequar àquela nova situação buscando sempre o equilíbrio. Do mesmo modo quando alguém te tira do sério você é que decide como vai controlar isso, qual atitude tomar, qual jeito escolher para conseguir se equilibrar, se acalmar novamente. É uma prova tensa, pois nem sempre conseguimos continuar em cima da corda, o limite é então extrapolado. Lá do alto do prédio com certeza morreríamos se caíssemos, já do outro lado da analogia podemos afirmar que nos machucamos e às vezes machucamos também quem balançou a corda. Se é tão difícil assim saber ao certo nosso limite é importante então nos esforçarmos mais para ficarmos equilibrados e também pensar duas vezes antes de balançar a corda de alguém.
Agora pensando por outro lado, é interessante perceber que nem sempre os outros balançam a corda para te derrubar. Nem sempre alguém te tira do sério para te provocar. Às vezes nós é que não vimos o verdadeiro motivo da corda estar balançando, às vezes algumas pessoas estão apenas com a mão lá na corda para te ajudar a parar de balançar. Muitas vezes culpamos alguém de encher nossa paciência mas não percebemos que ela está ali apenas para nos acalmar, nos equilibrando o tempo todo.Espero que possamos controlar mais os nossos limites e os do próximo, evitando assim que alguém se machuque simplesmente por nossa causa.
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